Ordem do Elefante Elefantordenen | |
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Distintivo da Ordem do Elefante. | |
Classificação | |
País | Dinamarca |
Outorgante | Rei de Dinamarca |
Tipo | Cavalaria |
Agraciamento | Chefes de Estado; Nobreza |
Condição | Ativa |
Histórico | |
Criação | 1693 (332 anos) |
Última concessão | Sauli Niinistö |
Hierarquia | |
Superior a | Ordem de Dannebrog |
Imagem complementar | |
Observação | Barrete |
A Ordem do Elefante ou Ordem do Elefante Branco[1] (em dinamarquês Elefantordenen ou Den Hvide Elefants orden) é a mais alta e a mais antiga condecoração do Reino da Dinamarca e uma das mais antigas da Europa. Foi instituída, presume-se, em 1457 pelo rei Cristiano I da Dinamarca, e os seus estatutos foram aceites e confirmados pelo Papa Sixto IV no ano de 1474. Os seus estatutos foram, mais tarde modificados pelo rei Cristiano IV no dia 1º de dezembro de 1693, e mais tarde, em 1808 e 1958. Em 1958, passou a ser a concedida também às mulheres. Esta última modificação deve-se ao fato do rei Frederico IX da Dinamarca, pai da atual rainha da Dinamarca, não ter filhos varões para lhe suceder ao Trono.
É entregue normalmente a membros da família real e outras famílias reais e chefes de Estado; desde 1580 foram nomeados 800 cavaleiros da ordem, entre eles o industrial e filantropo Mærsk Mc-Kinney Møller, o Dr. professor em energia atómica Niels Bohr, o General Eisenhower, Sir Winston Churchill e D. Pedro II do Brasil.